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03 abr

BB anuncia mais recursos para TECNOSHOW

O senador Ronaldo Caiado; o presidente da Federação da Agricultura do Estado de Goiás (FAEG), José Mário Schreiner; o diretor nacional de agronegócio do Banco do Brasil, Marco Túlio Moraes da Costa; o superintendente estadual do BB, Raimundo Perez Ferraz Júnior;  o superintendente regional de varejo de Rio Verde do Banco do Brasil, Sinvaldo Vieira dos Santos e o presidente da Aprosoja – GO, Bartolomeu Braz, estiveram hoje, dia 3, às 15h30, no estande da COMIGO, na TECNOSHOW COMIGO 2017, para conversar com a diretoria da COMIGO: Antonio Chavaglia (presidente), Aguilar Ferreira Mota (operações) e Dourivan Cruvinel de Sousa (administrativo financeiro).

Durante a visita eles falaram sobre problemas com a infraestrutura de transporte e armazenagem no País, mercado e políticas agrícolas.

O diretor do BB, Marco Túlio, parabenizou a COMIGO pela realização da Feira e destacou que apesar de em 2016 não ter sido um ano bom para a economia, o Banco do Brasil financiou cerca de R$ 700 milhões durante o evento. “Para este ano a nossa expectativa está bem melhor. Estamos com R$ 1,5 bilhão disponíveis para as negociações durante a TECNOSHOW”, revelou o diretor.

Ele ainda ressaltou que o BB procura ver o produtor rural não apenas como uma relação de cliente e banco, no âmbito apenas econômico, mas como um cidadão que está sendo responsável por tirar o Brasil da crise. “O agronegócio tem salvado o Brasil deste péssimo momento da economia. É por isso que a posição do Banco do Brasil é a de viabilizar a atividade do homem do campo”, destacou Marco Túlio.

Caiado criticou as atuais taxas de juros das linhas de financiamento para o setor produtivo como a do FCO Rural Custeio que subiram para 9,5% ao ano. “Como é que alguém vai, por exemplo, fazer um investimento em um armazém que é um investimento de 20 anos com uma taxa dessa?”, questionou o parlamentar.  Ele ainda criticou a atual política agrícola do governo. “Só para gente entender o FCO é uma norma constitucional que veio para corrigir uma desigualdade regional, para reduzir as diferenças de infraestrutura do Centro-Oeste, com o Sul e Sudeste. Ou seja, isto não é dinheiro de mercado. FCO não tem nada a ver com Crédito Rural. É tão somente para atender as desigualdades. O Crédito Rural é outra história e estamos lutando para que isto mude”, afirmou ele.

José Mário Schreiner fez coro com Caiado e disse que não se pode penalizar, com uma taxa de juros tão elevada os produtores rurais que são quem tem sustentado nos ombros o País e que são eles que vão levantar a economia novamente. “Temos que dar condições para que eles invistam, cresçam, melhorem porque quanto mais eles investirem mais rápido o Brasil vai retomar o seu crescimento”, destacou o presidente da Faeg. (Samir Machado)


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